... assim como quando fecho os olhos e sonho acordado com teu rosto mágico, tua voz suave e teu toque cheio de aconchego, me sinto seu.
... assim como quando viaja pra longe de mim, não me liga e me ignora, me sinto menos... não te sinto.
... assim como quando fazemos amor e selamos o entendimento, me sinto vingado, bom, amado e útil...
E inútil, assim como quando não nos entendemos, é a certeza de que, infelizmente, não nascemos um para o outro... Inútil é essa ironia toda, é a certeza de que o contrário não pode existir, e que – igualmente infeliz – te amo sozinho...
... assim como quando ainda insisto em te procurar... Inútil é a falta de utilidade que tem esse amor estreito, preso e inexplicável que sinto por você.
Gostaria de não senti-lo, nem ao amor e muito menos a ele por alguém como você. Assim como você o faz tão bem... Ou melhor, assim como você não faz. Seca, sem amor...
Ainda enobreço...
... assim como quando viaja pra longe de mim, não me liga e me ignora, me sinto menos... não te sinto.
... assim como quando fazemos amor e selamos o entendimento, me sinto vingado, bom, amado e útil...
E inútil, assim como quando não nos entendemos, é a certeza de que, infelizmente, não nascemos um para o outro... Inútil é essa ironia toda, é a certeza de que o contrário não pode existir, e que – igualmente infeliz – te amo sozinho...
... assim como quando ainda insisto em te procurar... Inútil é a falta de utilidade que tem esse amor estreito, preso e inexplicável que sinto por você.
Gostaria de não senti-lo, nem ao amor e muito menos a ele por alguém como você. Assim como você o faz tão bem... Ou melhor, assim como você não faz. Seca, sem amor...
Ainda enobreço...

Adriano DiCarvalho.
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on Segunda-feira, Março 30, 2009
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FANTASIANDO
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